Como atingir os seus objetivos de tratamento de águas residuais com testes ATP

Se existem questões pertinentes relacionadas com o tratamento de águas residuais, esta faz, sem dúvida, parte da lista:

“Onde devo testar e com que frequência necessito de o fazer?”

A primeira parte é fácil: execute testes em qualquer local onde atualmente faz testes de MLSS (mistura de sólidos suspensos), bem como em qualquer outro local onde queira saber o estado da biomassa das águas residuais. Isto inclui o próprio biorreator para manter controlo sobre os microrganismos durante o processo, mas também poderá acontecer à entrada do reator para detetar toxicidade, e no final, para verificar se está a ocorrer transporte de efluente.

Este método de teste não é novo, tem sido usado por décadas para monitorizar patógenos e ameaças biológicas em indústrias como a saúde e produção de alimentos. Esses mesmos métodos de teste rápidos e de confiança estão agora disponíveis para quantificar o risco de SARS-CoV-2 em quase todas as superfícies com as quais os Humanos entram em contacto (por exemplo, botões, maçanetas, casas-de-banho, etc.).

A segunda parte da pergunta é um pouco mais difícil de esclarecer. Os testes de rotina de águas residuais em todos os locais-chave durante o dia, todos os dias, irão dar-lhe uma completa visão do processo em todos os momentos – mas pode não ser viável para todos. Como tal, a frequência de teste deve estar diretamente ligada aos objetivos do processo em termos de quantas vezes os dados são obtidos para entender adequadamente o que está a acontecer.

Aqui estão alguns exemplos:

Objetivo: gestão e mitigação de toxicidade de águas residuais

Frequência de teste recomendada: diariamente

 Os que investem em testes de ATP para detetar toxicidade na ETAR, geralmente afirmam que podem ser seriamente afetados a qualquer momento, com pouco ou nenhum aviso. Um programa de monitorização deve ser planeado de acordo com testes diários (ou talvez durante cada turno) para que os problemas sejam detetados o mais cedo possível.

Dependendo do processo, as ações corretivas podem incluir ações como a restrição/desvio de caudal, ajustes do caudal das lamas ativadas ou talvez algum tipo de atenção a montante para mitigar o problema das águas residuais. No entanto, mesmo que a estação de tratamento não tenha a opção para modificar o que chega, o feedback fornecido pela monitorização ATP pode encurtar drasticamente o tempo de recuperação para retornar à normalidade.

Recursos: Temos disponível um estudo sobre esta aplicação que dá detalhes em como a monitorização proativa pode ajudar na gestão de eventos de toxicidade, contacte-nos para mais informações.

Objetivo: Otimização do processo

Frequência de teste recomendada: 3 a 5 vezes / semana

Devido à sua capacidade de resposta às mudanças de processo, a monitorização de 2ª geração ATP pode servir como uma excelente ferramenta para otimizar variáveis ​​de processo das águas residuais, como a taxa de alimentação de aeração, F/M (rácio alimento/microrganismos) e idade das lamas.

Para chegar a este resultado, o teste necessita de ser frequente o suficiente para ser capaz de observar a resposta do processo a essas mudanças. Mudanças no processo podem frequentemente ter reações retardadas devido às variações da idade do lodo, entre outras coisas. Como tal, é importante ser capaz de observar os impactos dessas mudanças ao longo do tempo para determinar se há um intervalo de tempo, quanto tempo demora o intervalo e como a biomassa responde no momento em que atinge o novo normal.

Objetivo: Gestão de inventário de sólidos de águas residuais

Frequência de teste recomendada: 2 a 4 vezes / semana

Se o processo for estável e utilizar um design simples com poucas hipóteses para efectuar otimizações ao processo (por exemplo, sem capacidade de redução do arejamento), o objetivo do processo mais fundamental, que quase sempre pode ser melhorado, é a viabilidade dos sólidos. Uma vez estabelecido o nível ideal de cATP para um biorreator, isto pode ser feito.

Ou seja, o suficiente para que a eficiência do tratamento de águas residuais seja alcançada, sem transportar muito de tal forma que o processo fique sobre-populado. Nesse ponto, pode seguir-se um processo cíclico para purgar os sólidos e permitir o crescimento de nova biomassa viva. Após alguns destes ciclos, a percentagem do inventário de sólidos vivos (a taxa de biomassa ativa, TBA) melhorará.

Saber mais

Independentemente dos objetivos do processo, um programa de monitorização de águas residuais que não tenha dados suficientes para atingir estas metas está destinado ao fracasso.

Como tal, as frequências de teste listadas acima devem ser tomadas em consideração quando estabelecer a sua estratégia de monitorização. A nossa equipa de especialistas e engenheiros está à sua disposição para ajudá-lo a planear um programa de teste de efluentes que funcione para si.

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