De volta à escola com os testes ambientais

As palavras “de volta às aulas” trazem logo à memória cadernos novos, novos professores e amigos. No entanto, entre inícios e fins de períodos escolares, durante a pandemia COVID-19, ainda existem incertezas. É aqui que entram os testes ambientais.

À medida que os números de infetados oscilam, os professores ficaram preocupados com o retorno à sala de aula, sendo 2 em cada 3 que preferem ensinar online. Os alunos pensam cada vez menos em atividades escolares e mais em como se manter a dois metros de distância dos colegas em corredores apertados. E, embora muitas escolas tenham reaberto, muitas também tiveram de fechar devido a surtos.

Manter as nossas crianças e professores seguros

Numa altura em que temos várias ferramentas à disposição para detectar e reduzir o risco de exposição ao coronavírus, como os testes ambientais, devemos garantir que estamos a fazer tudo o que podemos para manter os nossos filhos, professores e, em última análise, as nossas comunidades seguras.

Neste artigo, explicaremos o que é o teste de vigilância ambiental, por que é uma ferramenta fulcral para manter as crianças e professores seguros e como pode ser usado em escolas de ensino básico e secundário.

Se não consegue detetar, não o pode combater

Os esforços de distanciamento social têm ajudado a atrasar a transmissão do coronavírus, mas na nossa nova realidade – onde tudo em que tocamos e o ar que respiramos não é de confiança – os testes de vigilância ambiental generalizados são uma ferramenta importante para ajudar a manter alunos e professores seguros.

Os testes de vigilância ambiental usam o mesmo padrão ouro do diagnóstico clínico, a tecnologia quantitativa da Reação em Cadeia da Polimerase (qPCR), para detetar a presença de SARS-CoV-2 – o vírus que causa COVID-19.

Este método de teste não é novo, tem sido usado por décadas para monitorizar agentes patogénicos e ameaças biológicas em indústrias como a saúde e produção de alimentos. Estes mesmos métodos de teste confiáveis, rápidos e sensíveis agora estão disponíveis para quantificar o risco do vírus em quase todas as superfícies com as quais entramos em contato.

Ao identificar a presença persistente de SARS-CoV-2 em superfícies ou no ar e na água de onde vivemos, trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, podemos ajudar a criar um caminho mais seguro para o futuro. Então, como podem os testes ambientais ajudar a mitigar o risco de um surto de COVID-19 nas escolas?

Trabalhe, aprenda e jogue com confiança

Neste momento de incerteza, imagine ser possível saber se o vírus está presente em superfícies de alto contacto – como mesas, teclados, maçanetas, casas de banho, etc. – e ser capaz de agir imediatamente antes que ocorra um surto.

Com testes ambientais, já é possível.

No final do dia letivo, as superfícies de alto contacto podiam ser esfregadas e testadas diretamente na sala de aula com um equipamento portátil qPCR, eliminando a necessidade de enviar amostras para um laboratório, com resultados disponíveis em menos de duas horas.

Se os resultados forem negativos, podem iniciar-se procedimentos regulares de limpeza e desinfeção.

Se um ou mais resultados fossem positivos, os decisores poderiam identificar rapidamente quem estava na sala de aula e tomar precauções adicionais – incluindo identificação de contactos e testes clínicos.

Depois, a equipa pode realizar uma limpeza profunda preventiva e testar novamente a sala de aula para verificar se foi efetivamente bem desinfetada. É importante verificar se as superfícies de alto contacto foram totalmente desinfetadas e apresentam pouco risco de transmissão de SARS-CoV-2. Isso restabelece uma condição ideal para comparar o seu próximo conjunto de amostras, dando-lhe uma visão em tempo real sobre a saúde e o bem-estar de todo o ambiente escolar.

Mais informação

Os testes de vigilância ambiental não permitem apenas que detete a presença de SARS-CoV-2, ajudam a restaurar a confiança pública, demonstrando que se está a fazer tudo ao seu alcance para manter os seus alunos e funcionários seguros.

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