Monitorização ambiental para o combate ao COVID-19

Passageiros transportes públicos

Até ao momento, embora grande parte da resposta ao COVID-19 se tenha focado na transmissão do vírus por via humana, os riscos eminentes pela transmissão ambiental e o papel da monitorização ambiental não têm sido prioridade.

O que é a monitorização ambiental?

Muitos estarão familiarizados com o protocolo de testes em humanos, empregado pela maioria dos países do mundo. A monitorização ambiental utiliza a mesma tecnologia qPCR para verificar a presença do SARS-CoV-2 – o vírus que causa o COVID-19 – em superfícies, ar, água e esgoto.

Qual a utilidade da monitorização ambiental?

Identificação precoce de sinais de alerta

A descoberta do vírus SARS-Cov-2 num ambiente não significa apenas que o risco de transmissão está presente, mas também que alguém o trouxe para esse local. Como os sintomas físicos nem sempre estão presentes nas pessoas com COVID-19, a monitorização ambiental pode ser usada para determinar o risco na sua instalação e compreender se é necessário tomar ações importantes, incluindo testes em humanos e identificação rápida de contactos para reduzir o risco.

Verificação de protocolos de identificação

Embora a transmissão de pessoa para pessoa seja o principal método de transmissão, também há provas de transmissão de ambiente para pessoa, principalmente de pessoas infetadas que tocam em superfícies e objetos que são depois tocados por outras pessoas. Esse tipo de transmissão pode ser bastante reduzido pela limpeza e higienização adequadas de superfícies e objetos com os quais as pessoas entram em contacto regularmente. Testes ambientais regulares (com monitorização ambiental) podem verificar se o ambiente está novamente num estado seguro ou se o vírus SARS-CoV-2, que causa COVID-19 ainda está presente e é necessária uma limpeza adicional.

Compreender a saúde da comunidade

O SARS-CoV-2, vírus causador do COVID-19, foi detetado em estações de tratamento de águas residuais municipais nos Países Baixos por uma equipa de investigadores. Embora possa ser difícil ou inviável testar todos os cidadãos de uma determinada população, a medição dos seus resíduos acumulados pode servir como um sistema de alerta precoce no caso de um novo pico do vírus e é muito mais fácil do que testar cada indivíduo. Num determinado caso, essa pesquisa foi capaz de identificar a presença de RNA viral nas águas residuais antes da confirmação do primeiro caso pelas autoridades de saúde. Como está previsto haver um aumento na demanda de testes, esses métodos de “teste de grupo” permitirão que as autoridades de saúde identifiquem quais localidades estão mais afetadas e, a partir daí, façam testes adicionais, mais específicos.

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